segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

I Can't wait to see her!

Fui dormir já sabendo que eu iria recebe-la amanhã aqui na minha casa, não consegui conter a empolgação que sentia só de pensar que ia finalmente reencontrar você após tanto tempo. Meu coração acelerava só de pensar que o meu amor estava já voltando pra me ver.
Acordei meio que no susto pensando que tinha perdido a hora, me arrumei nas pressas, peguei as primeiras roupas que eu vi; minha sorte é que elas combinaram, caso contrário, eu pareceria um bobo na rua, desço correndo, desci quase 2 andares na escada na velocidade em que o elevador desceria um; quando cheguei lá no térreo eu percebo que deixei a chave e o celular em cima da mesa do computador ,falo aquela expressão simbólica que todos conhecem, subo correndo pego-os e desço! Quando eu entro no carro, que paro pra ver a hora no celular, ainda eram 6:50, e você só chegaria às 9, pelo menos eu consegui um pouco de tempo pra poder buscar-te no aeroporto.
Volto à minha casa e começo a me arrumar, afim de que eu quero causar uma boa impressão. Percebo assim que chego ao banheiro que eu iria sair todo desmantelado, começo a me arrumar calmamente, saio por volta das 7:30, todo bem produzido agora vou até a lojinha, aquilo lá é quase um shopping, da esquina. Entrei rapidamente e escolhi o melhor presente, o mais viável na minha visão, e fui até lá no aeroporto esperar-te.
Consegui chegar no aeroporto com sufoco, muitos carros, quando entrei fui direto à placa com as horas dos voos, e vi que o seu iria chegar um pouco atrasado, por volta das 10:15, não me incomodei em esperar, quando você saiu do avião e veio na minha direção; Fiquei sem ar, fiquei tanta coisa ao mesmo tempo que seria impossível de descrever. Te entreguei o meu humilde presente, fiquei envergonhado de te dar um buquê de rosas vermelhas. Achei que tivesse sido simples de mais, mas você olhou pra mim com os olhos brilhando, na hora eu sabia que havia acertado no presente.
Após a nossa conversa rápida no aeroporto, te chamei para um café-da-manhã, onde conversamos sobre o seu período lá em Londres, você me fez rir com o seu sotaque inglês. Achei muito fofo. Contei pra você que cada dia vivido pensava em você, e você riu admitindo que pensava em mim também. Ficamos feitos dois bobos no restaurante, compartilhando coisas, como se fosse a primeira vez que nos conhecemos. Na hora que íamos sair passou um carro tocando a música que costumo declamar pra você, 'Bruno Mars - Just the way you are', olhei pra você com um sorriso estampado no rosto e você retribuiu, em poucos instantes eu estava lhe abraçando e declamando no seu ouvido, enquanto dançávamos perto da saída do restaurante; olhavam pra a gente como se fossemos doidos, mas e daí, eu não me importava como os outros julgavam os meus momentos com você, só me importo com a nossa definição, que é a mesma que sentimos um pelo outro, a perfeição esculpida.
Na saída do restaurante, após o nosso momento dançante, digamos assim, fomos para a minha casa pelo caminho que costumávamos voltar da escola, passamos pelas árvores com o nosso nome escrito, passamos pelas caixas dos correios que costumávamos usar para enviar nossas cartas um para o outro. Passamos pelo local do nosso primeiro beijo e como é o nosso costume, revivemos o nosso momento, demos o beijo mais ardente e intenso que eu consigo me lembrar.

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